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A frase complexa: orações subordinadas substantivas

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A frase complexa: orações subordinadas substantivas
 

A frase complexa: orações subordinadas substantivasVersion en ligne

Selecione em cada alínea a opção correta.

par MÁRCIO VIEIRA
1

As orações subordinadas substantivas completivas podem ser introduzidas pela conjunção / preposição...

2

As orações subordinadas substantivas completivas completam o sentido...

3

Qual das seguintes frases complexas integra uma oração subordinada substantiva completiva com a função sintática de complemento direto?

4

Qual das seguintes frases integra uma oração subordinada substantiva relativa com a função sintática de complemento indireto?

5

Qual das seguintes frases complexas integra uma oração subordinada substantiva relativa com a função sintática de complemento direto?

6

Qual é a função sintática exercida pela oração subordinada substantiva na seguinte frase: «O suspeito escondeu o revólver onde não havia ninguém.»?

7

Qual é a função sintática exercida pela oração subordinada substantiva na seguinte frase: «O arguido pediu para intervir na sessão de julgamento.»?

8

Qual é a função sintática exercida pela oração subordinada substantiva na seguinte frase: «Quem acertar na resposta poderá sair mais cedo.»?

9

Qual é a função sintática exercida pela oração subordinada substantiva na seguinte frase: «O professor entregou as fichas de trabalho a quem participou na aula.»?

10

Complete: Na frase «O defensor optou por representar apenas uma das vítimas.», a oração subordinada substantiva é _______________ e exerce a função de ____________________.

Explicação

As orações subordinadas podem ser introduzidas por uma conjunção subordinativa completiva (que, se) ou por uma preposição (de, para,...). Elas podem também surgir sem qualquer elemento de ligação (iniciam-se por um verbo na forma infinitiva).

Argumento verbal: «O Bernardo disse que participaria na conferência.» Argumento nominal: «A possibilidade de recorrerem não foi autorizada.» Argumento adjetival: «Lemos um acórdão difícil de entender.»

A resposta correta é «Os presentes não sabem se o julgamento será realizado.» Fazendo a seguinte questão: «Os presentes não sabem o quê?», obteremos como resposta curta a oração completiva «se o julgamento será realizado.», a qual exerce a função de complemento direto. Na opção «É difícil de compreender a decisão do juiz», a oração subordinada aí inclusa - «de compreender a decisão do juiz» exerce a função de sujeito. Um teste sintático simples que o comprova é substituir a oração pelo pronome demonstrativo invariável «isso»: «Isso é difícil.» Na opção «A testemunha concordou em dizer a verdade», «em dizer a verdade» exerce a função de complemento oblíquo.

A opção correta é «Eu entreguei os documentos a quem os solicitou.», sendo a oração relativa com a função de complemento indireto prototipicamente introduzida pela preposição «a». Nos outros dois casos, também podemos encontrar sintagmas com a mesma função, mas, se bem atentos, estamos na presença de frases simples (onde obviamente não há subordinação).

Em todas as opções, a oração subordinada substantiva relativa exerce a função de complemento direto, dando resposta respetivamente às perguntas «sei o quê?», «sabem o quê?» e «desconhece o quê?». Estas orações relativas são designadas «sem antecedente» pois não há um substantivo - o antecedente - ao qual estejam vinculadas.

A opção correta é «modificador do grupo verbal» pois, não fazendo parte da estrutura argumental do verbo esconder, modifica-o, acrescentando informações circunstanciais - no caso, de lugar.

A opção correta é «complemento direto», uma vez que a oração «para intervir na sessão de julgamento» responde à pergunta «o arguido pediu o quê?» No caso, sendo o verbo pedir transitivo direto, exige um complemento direto, no caso, exercido por uma construção oracional introduzida pela preposição «para».

A opção correta é «Nenhuma das opções». A oração subordinada substantiva relativa «Quem acertar na resposta» exerce a função de sujeito.

A opção correta é «complemento indireto». A oração substantiva relativa «a quem participou na aula» exerce a função temática de recipiente ou beneficiário, sendo, como é possível de constatar, introduzida pela preposição «a».

A opção correta é «completiva; complemento oblíquo». A oração «por representar apenas uma das vítimas» é completiva - introduzida pela preposição «por» - e exerce a função de complemento oblíquo - constituinte selecionado pelo verbo que completa o seu sentido, sendo obrigatório para a gramaticalidade da frase.

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