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Quiz sobre Dados Vitais

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Teste seus conhecimentos sobre dados vitais com este divertido quiz!

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Quiz sobre Dados Vitais
 

Quiz sobre Dados VitaisVersion en ligne

Teste seus conhecimentos sobre dados vitais com este divertido quiz!

par Clara Maia Bastos
1

Sobre o biotipo do paciente, que é classificado em brevilíneo, mediolíneo e longilíneo, marque a alternativa correta:

2

Sobre a medida da pressão arterial, marque a alternativa incorreta:

3

Ainda sobre a medida da pressão arterial, marque a alternativa correta:

4

Sobre a técnica de medida da pressão arterial, marque a alternativa incorreta:

5

Sobre o hiato auscultatório, marque a alternativa correta:

6

Sobre a técnica de medida da pressão arterial, pode-se afirmar, exceto:

7

Sobre as características do pulso que devem ser observadas, marque a alternativa correta:

8

Ainda sobre a avaliação do pulso, marque a alternativa incorreta:

9

Sobre a frequência respiratória, é incorreto afirmar:

10

Marque a alternativa que apresenta sinais de dispneia:

11

Sobre a medida da temperatura, marque alternativa correta:

12

Sobre a febre, marque a alternativa incorreta:

Explicação

Nos mediolíneos, o ictus situa-se na posição esperada, que é no cruzamento da linha hemiclavicular esquerda com o 5º espaço intercostal. Nos brevilíneos, o coração está mais horizontalizado e nos longilíneos está mais verticalizado. O biótipo altera também a forma do estômago e, em linhas gerais, está relacionado à posição das vísceras.

Na posição em pé, há ligeira redução da sistólica e aumento da diastólica. Quedas mais importantes da pressão arterial em pé pode significar hipotensão ortostática.

Deve ser medida sempre nos dois braços, na primeira consulta. Posteriormente, deve-se medir no braço de maior valor da pressão arterial, obtida na primeira consulta.

Não é normal o desaparecimento dos sons entre as fases I e II. Quando isso acontece, chama-se hiato auscultatório.

O hiato auscultatório corresponde ao desaparecimento dos sons, durante a última parte da Fase I e na Fase II. O hiato pode cobrir uma faixa de 30 a 40 mmHg, podendo, desse modo, ser causa de se subestimar o nível da pressão sistólica ou superestimar o nível da pressão diastólica. O modo de evitá-lo é realizar sempre o método palpatório antes do auscultatório. Cumpre ressaltar que isso constitui fonte comum de erro na medida da pressão arterial, principalmente em idosos.

O braço do paciente deve estar ligeiramente flexionado, com a palma da mão virada para cima, na altura do coração (4 º espaço intercostal esquerdo). Caso os ruídos estejam sendo percebidos com dificuldade, pode-se aumentar o ângulo entre o braço e o tórax, retificando a artéria, ou seja, esticando o braço, pois isso pode facilitar a ausculta dos sons.

O ritmo é dado por pela FREQUÊNCIA das pulsações. Se elas ocorrem em intervalos iguais, diz-se que o ritmo é regular. A irregularidade do pulso indica alteração do ritmo cardíaco - arritmia -, que pode ser fisiológica ou patológica. As arritmias reconhecíveis no exame do pulso são a arritmia sinusal, as extrassístoles, a fibrilação atrial e o bloqueio atrioventricular. Arritmia sinusal consiste na alternância de pulsações, ora mais rápidas, ora mais lentas, variações estas quase sempre relacionadas com a respiração. A arritmia sinusal é comum e mais intensa em crianças. Trata-se de fenômeno fisiológico, não indicando, portanto, distúrbio na formação ou na condução do estimulo. A amplitude é avaliada pela sensação captada em cada pulsação e está diretamente relacionada com o grau de enchimento da artéria durante a SISTÓLE e esvaziamento na DIASTOLE. A frequência do pulso é diferente de acordo com a faixa etária. Para a palpação do pulso radial, emprega-se as polpas do dedo indicador e do dedo médio, variando a força de compressão até que seja obtido impulso máximo.

Nem sempre o número de pulsações periféricas corresponde ao número de batimentos cardíacos. Quando isso acontece, considera-se o déficit de pulso. Nessa situação, o número de batimentos cardíacos é maior que o número das pulsações da artéria radial. Decorre do fato de algumas contrações ventriculares serem ineficazes, isto é, não impulsionarem sangue para a aorta, ipso facto, não determinarem onda de pulso. A extrassistolia ventricular e a fibrilação atrial constituem as principais causas de déficit de pulso.

Deve-se contar o nº de incursões respiratórias durante 1 minuto ou auscultar sutilmente com estetoscópio (sem o paciente perceber, pois pode sofrer interferência, já que a respiração está sob controle voluntário direto).

O paciente dispneico costuma apresentar inspiração profunda e expiração rápida, uso de musculatura acessória e tiragem intercostal, supraclavicular e infraclavicular, cianose, aleteo nasal, além de ficar sentado reclinado para frente e com a boca entreaberta. Em geral, o paciente dispneico está também taquipnéico.

Nas primeiras horas da manhã, pode cair até 35,8º C; no final da tarde, pode se elevar até 37,3ºC; as doenças febris costumam seguir esta variação. O início pode ser súbito ou gradual, assim como o término pode ser em crise (desaparece subitamente, como, por exemplo, na malária) ou em lise (vai desaparecendo lentamente). Os valores térmicos estão aumentados em certas condições fisiológicas, tais como refeições, exercícios físicos intensos, gravidez ou ovulação.

As consequências da febre são aceleração do metabolismo; aumento da frequência cardíaca; acentuação da perda de peso; perda de líquido, sais e nitrogênio. Pode cursar com sintomas como astenia, inapetência, calafrios, taquicardia, taquipneia, taquisfigmia, oligúria, sudorese, dores no corpo, vômitos, delírio, confusão mental e até convulsões.

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