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57. B2. Léxico – Educação - Multilinguismo.29 (U2 – G2)

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57. B2. Léxico – Educação - Multilinguismo.29 (U2 – G2)Version en ligne

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par Consultório da Língua para Jornalistas , Camões - SECOMS
1

global linguística política implementar público desenvolver manuais enfrentam formação capacidade aprendizagem implementação autoridades obstáculos melhorar

Especialistas educativos timorenses pedem reforço de formação em português

Especialistas timorenses defenderam hoje , em Díli , um reforço da dos professores e dos alunos dos cursos de educação para que trabalhem com a língua portuguesa , cabendo ao Estado aplicar uma clara de língua .
" Não basta evocar a importância histórica da língua portuguesa nem a sua dimensão . É necessário conceber uma agenda política consistente e coerente que permita responder de modo adequado aos vários a ultrapassar " , disse hoje Francisco Martins , reitor da Universidade Nacional Timor Lorosa'e ( UNTL ) .
" Não chegam as leis . A nossa responsabilidade como cidadãos deste país é grande para a política do Estado como deve ser " , afirmou .
Na abertura das terceiras Jornadas Pedagógicas do Centro de Língua Portuguesa da Universidade Nacional Timor Lorosa'e ( UNTL ) , Francisco Martins disse que é necessário um " programa de ensino que respeite a formação linguística desde o pré - escolar até ao terciário " .
Um programa que " garanta formação de base em língua portuguesa para todas as crianças e jovens , nas cidades e nas áreas mais remotas , através de um processo adequado , igualitário e democrático de ensino e " .
Apesar da política de línguas do Estado estar bem definida , constitucional e legalmente , Martins diz que a sua " não está bem clara , não está bem definida , nem bem implementada " .
" Não há uma política bem definida , com rigor , pelas nossas " , disse .
No mesmo encontro , Pedro Soares , decano da Faculdade de Educação , artes e humanidades , destacou a dificuldade que muitos professores por não terem material de apoio , incluindo , em português - recorrendo ao tétum para a instrução .
" Isso causa uma dificuldade muito grande para os professores que têm , por isso , que a sua capacidade na língua portuguesa " , disse .
Esse esforço deve ser particularmente vincado no caso de alunos que tiveram oportunidade de ir completar a sua em Portugal ou no Brasil , mas continuam a recorrer ao tétum para o ensino .
" Se terminam cursos em Portugal ou no Brasil , e continuam com a língua tétum , estamos a dar uma margem aos alunos para não o seu português " , afirmou .
( . . . )
( Lusa / DN / outubro . 2018 )

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